Nome  :

Sálvia Salvia officinalis

Família:

Lamiaceae


Origem: Mediterrâneo

Outros nomes populares: chá-da-frança, chá-da-grécia, erva-sagrada, salva, salva-comum, salva-ordinária, sálvia-comum, common sage (inglês), garden sage (inglês), sage (inglês), hierba sagrada (espanhol), salvia común (espanhol), salvia fina (espanhol) .

Características botânicas: herbácea perene, fortemente aromática, ereta, ramificada na base, de 30-60 cm de altura. Flores pouco freqüentes no clima brasileiro, de cor violácea.

Cultivo-Solo/Clima: o solo deve ser fértil e bem drenado, devendo ser cultivada em regiões que recebam bastante sol, porém sem excessos de calor. Não tolera excesso de água. É sensível a ventos fortes e floresce do verão ao outono. Propaga-se por estacas, divisão de touceiras ou sementes.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: possui ação anti-inflamatória, sendo usada para gengivite (bochechos) e dores de garganta (gargarejo). Fazer inalação para congestionamento nasal. Como erva aromática, apresenta sabor ligeiramente apimentado. Na culinária, a receita mais conhecida é a de molho de manteiga com sálvia para macarrão e carnes. Na cozinha Ocidental é usada para dar sabor a carnes gordas (especialmente em marinada), queijos, e algumas bebidas. Nos Estados Unidos, Reino Unido e Flandres, é usada com cebola, em recheios de porco ou aves e também em molhos. Na cozinha francesa é utilizada para cozinhar carne branca e em sopas de vegetais. Os alemães usam-na freqüentemente em pratos de salsichas. É também de uso comum na cozinha italiana. Nos Balcãs e no Médio Oriente, é usada em assados de borrego.

Partes usadas: folhas.


 

Nunca use ervas medicinais sem orientação de
um médico ou fitoterapeuta.

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