Boldo Indígena (Vernonia condensata)

Família: Asteraceae

Origem: África

Outros nomes populares: alumã, boldo baiano, boldo chinês, boldo indígena, boldo japonês, figatil (inglês), necroton (inglês).

Características botânicas: grande arbusto, pouco ramificado e de 2-4 m de altura. Flores pequenas e de coloração branca, quais florescem no verão.

Cultivo-Solo/Clima: sua propagação é feita por estaca de galhos ou através de sementes em solo fértil, não sendo muito exigente quanto ao clima e solo. Típica de quintais e hortas, podendo ser plantada tanto em vasos quanto em canteiros. É bem resistente às pragas e doenças. Quando plantado em lugares sombreados, sua produção é menor. Seis meses após o plantio a colheita já pode ser iniciada, a colheita pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência antes do surgimento da inflorescência. Para se ter uma planta volumosa é aconselhável a poda das inflorescências um pouco antes da colheita.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: as folhas são usadas em infusão para o combate de gases intestinais, insuficiências hepáticas, analgésico e protetor estomacal. A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis favorecendo a digestão de gorduras.

Partes usadas: folhas.

O nome popular “boldo” é utilizado para denominar diversas plantas. O verdadeiro boldo (Peumus boldus) é uma pequena árvore do Chile, qual possui aroma de mastruço (Chenopodium ambrosioides), suas folhas são encontradas no comércio, porém não são cultivadas no Brasil. Existe ainda o falso boldo ou boldogrande (Plectranthus grandis), muito parecido com o P. barbatus do qual difere por ter os talos e as folhas igualmente amargas e, o boldo-miúdo ou boldogambá (Plectranthus neochilus). Existe ainda o boldo-africano ou boldo-dejardim (Plectranthus barbatus) (Lorenzi & Matos 2002).

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